sim, tb a mim. Mas nem vc, nem sua poesia são imúteis, nao para mim. sinto na pele... por estes dias ando querendo ressucitar mortos, passados, gente que amo... não consegui... vou divulgar sua poesia...
Eunice: Paz e Bem! Estamos em pleno final de Quaresma e esta passagem do seu poema nos remete à nossa própria ressurreição. Tudo isso, na sua poesia, adquire uma força extraordinária! Parabéns pelo belo poema! MARISA BUELONI
Eu também quis ressuscitar o meu morto, mas ele só me aparece em sonhos, o filho primogênito. Poema curto e tão profundo! Esta é a minha primeira visita, Eunice. Estou chegando a casa REBRA. Cheiros, Rita de Cássia Amorim Andrade. www.portalritissima.com.br
Estou querendo comprar o seu livro. ComO moro na França, a que site escrevo, de qual livraria ? Logo à primeira leitura ve-se que voce é poeta de mao cheia. AbrAços Roselis BATISTAR
Pós-graduação em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.
Prêmio no Concurso de Poesia PABLO NERUDA, organizado pela Casa Latinoamericana, Buenos Aires, Argentina, 1974.
Presença em antologias, com poemas publicados no Uruguai, Colômbia, França, Estados Unidos, Canadá.
Fez parte da diretoria da União Brasileira de Escritores e do Clube de Poesia de São Paulo.
Ministra oficinas de criação poética desde l984, em locais como a Biblioteca Mário de Andrade e a Oficina da Palavra (Secretaria de Estado da Cultura).
Coordenou os projetos Tempo de Poesia/Década de 60 em l995 e Poesia 96/97, promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Por tais iniciativas recebeu o prêmio de Mérito Cultural em 1997 conferido pela União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, RJ.
Foi homenageada com o prêmio Mulheres do Mercado, concedido pela Casa de Cultura de Santo Amaro – São Paulo/SP, 2005.
Em 2006, fez leitura de poemas para o programa Momento do poeta – Instituto Moreira Sales (IMS) – SP, disponível na Rádio IMS: http://www.ims.com.br.
(Foto, Juan Esteves).
Contato: poetaeunicearruda@bol.com.br
sim, tb a mim. Mas nem vc, nem sua poesia são imúteis, nao para mim. sinto na pele... por estes dias ando querendo ressucitar mortos, passados, gente que amo... não consegui... vou divulgar sua poesia...
ResponderExcluirEunice: Paz e Bem!
ResponderExcluirEstamos em pleno final de Quaresma e esta passagem do seu poema nos remete à nossa própria ressurreição. Tudo isso, na sua poesia, adquire uma força extraordinária! Parabéns pelo belo poema! MARISA BUELONI
Eles sempre preferem e nós procederemos assim e essa impotência é que a faz escrever tão lindas poesias sobre a vida.
ResponderExcluirAbraços
SEMPRE, EUNICE,DELICADA PORRADA ABSOLUTAMENTE ÉTICA, DE UMA ESTÉTICA INCONFUNDÍVEL.TREMO.
ResponderExcluirBEIJO
Eu também quis ressuscitar o meu morto, mas ele só me aparece em sonhos, o filho primogênito. Poema curto e tão profundo! Esta é a minha primeira visita, Eunice. Estou chegando a casa REBRA. Cheiros, Rita de Cássia Amorim Andrade. www.portalritissima.com.br
ResponderExcluirPrazer em conhecê-la, Eunice!
ResponderExcluirLi vários de seus poemas e gostei muito!
Um abraço,
Doce de Lira
olha!
ResponderExcluirnossos cantos são irmãos de cara!
http://poetante.blogspot.com/2011/02/blasfemia.html
serão também de coração? tô a passeio aqui! e sentindo um gosto bom!
Mortos que ressuscitam trazem coisas perigosas do outro lado.
ResponderExcluirVisitando seu blog e se encantando. Feliz por visitá-la.
Abraços,
Estou querendo comprar o seu livro. ComO moro na França, a que site escrevo, de qual livraria ? Logo à primeira leitura ve-se que voce é poeta de mao cheia. AbrAços
ResponderExcluirRoselis BATISTAR